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1.
Psicol. USP ; 14(3): 35-45, 2003.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-399640

ABSTRACT

O reconhecimento da alienação da subjetividade, comprometida numa transmissão psíquica geracional defeituosa, possibilita um novo olhar clínico sobre as patologias da modernidade. O vínculo mãe-bebê e o grupo familiar constituem o berço psíquico do sujeito, constituído por uma tecelagem grupal geracional que poderíamos denominar arquivos de família. Os processos de transmissão são sustentados por mecanismos de identificação junto a um interjogo de projeções-introjeções e incorporações, assim como por uma referência ao superego parental. Neste espaço psíquico intersubjetivo se processa a transmissão psíquica geracional, que precisa ser metabolizada e sofrer transformações. Na clínica do grupo familiar são considerados os traços traumáticos e feridas narcisistas que são transmitidos como restos do "negativo", sem modificação e de forma repetitiva, nos persos vínculos do espaço grupal-familiar, gerando, assim, persos sintomas e sofrimento intra e intersubjetivo.

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